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	<title>Euzébia Oliveira Noleto</title>
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	<description>Advocacia e Consultoria Jurídica</description>
	<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 20:06:44 +0000</pubDate>
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		<title>Nova súmula do STJ descarta prisão civil de depositário judicial infiel</title>
		<link>http://www.euzebianoleto.com/index.php/2010/03/nova-sumula-do-stj-descarta-prisao-civil-de-depositario-judicial-infiel/</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 13:27:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Euzébia Noleto</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Agora é súmula: “Descabe a prisão civil do depositário judicial infiel”. 

O texto do projeto apresentado pelo ministro Felix Fischer foi aprovado, por unanimidade, pela Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça. 

Durante o julgamento, foi lembrado que o Supremo Tribunal Federal consolidou entendimento no sentido de que a incorporação do Pacto de São José da Costa Rica ao ordenamento jurídico brasileiro com status de norma supralegal restringiu a prisão civil por dívida ao descumprimento voluntário e inescusável de prestação alimentícia. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://www.stj.jus.br/portal_stj/publicacao/engine.wsp?tmp.area=398&amp;tmp.texto=96211">Coordenadoria de Editoria e Imprensa do STJ</a></p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1131" style="margin: 8px;" title="stj-2" src="http://www.euzebianoleto.com/wp-content/uploads/2010/03/stj-2-150x150.jpg" alt="stj-2" width="150" height="150" />Agora é súmula: “Descabe a prisão civil do depositário judicial infiel”. O texto do projeto apresentado pelo ministro Felix Fischer foi aprovado, por unanimidade, pela Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça.</p>
<p style="text-align: justify;">O entendimento tem como referência o artigo 5º, LXVII, da Constituição Federal de 1988, o artigo 543-C, do Código de Processo Civil, o artigo 7º, parágrafo 7º, da Convenção Americana sobre Direitos Humanos, e artigo 2º, parágrafo 1º da Resolução 08/2008-STJ. E pacifica a visão do STJ sobre o tema.</p>
<p style="text-align: justify;">“O Supremo Tribunal Federal – no dia 3 de dezembro de 2008, por ocasião do julgamento do HC 87585/TO – fixou o entendimento de que os tratados e convenções internacionais sobre direitos humanos, aos quais o Brasil aderiu, têm status de norma supralegal, razão pela qual pacificou o entendimento quanto à impossibilidade de prisão civil de depositário judicial infiel”, disse o desembargador Carlos Fernando Mathias, então convocado pelo STJ, no julgamento do hábeas corpus 115.892, julgado pela Quarta Turma em março de 2009.</p>
<p style="text-align: justify;">A Corte Especial corroborou tal entendimento ao julgar, pelo rito da Lei dos Recuros Repetitivo, o Resp 914.253-SP, da Fazenda Pública do Estado de São Paulo, que ajuizou execuções fiscais para a cobrança de ICMS, proveniente de débito declarado e não pago. Houve a penhora de bens, com nomeação de depositário, do qual foi requerida a prisão civil, em virtude de não terem sido encontrados os bens, que seriam objeto do leilão.</p>
<p style="text-align: justify;">O juízo singular indeferiu o pedido de prisão, ordenando a intimação da executada para que indicasse onde estariam os referidos bens, sob pena de imposição de multa, nos termos do artigo 601 do CPC. A Fazenda Estadual interpôs agravo de instrumento, que foi desprovido, ao fundamento de que a medida extrema acabaria por violar o Estatuto do Idoso, haja vista a idade da depositária (84 anos).</p>
<p style="text-align: justify;">No recurso especial, a Fazenda alegou ofensa aos artigos 148, 902 e 904 do CPC; 627, 629 e 652 do Código Civil, bem como ao artigo 5º, LXVII da CF/88. Argumentou que o depositário deveria zelar pela guarda e conservação dos bens penhorados, consoante previsão expressa do Código Civil, uma vez que atuaria como auxiliar da justiça, mister de direito público. Deveria responder, então, civil e criminalmente pelos atos praticados em detrimento da execução.</p>
<p style="text-align: justify;">A Corte Especial do STJ negou provimento ao recurso. Segundo lembrou o ministro Luiz Fux, em seu voto, o Supremo Tribunal Federal consolidou entendimento no sentido de que a incorporação do Pacto de São José da Costa Rica ao ordenamento jurídico brasileiro com status de norma supralegal restringiu a prisão civil por dívida ao descumprimento voluntário e inescusável de prestação alimentícia. “Com isso, concluiu aquela Corte Suprema que os tratados internacionais de direitos humanos que tratam da matéria derrogaram as normas infralegais autorizadoras da custódia do depositário infiel”, acrescentou.</p>
<p style="text-align: justify;">Com a edição da súmula, basta a sua indicação pelo relator quando do julgamento de casos iguais.</p>
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		<title>Súmula 420 impede discussão sobre valor de danos morais em embargos de divergência</title>
		<link>http://www.euzebianoleto.com/index.php/2010/03/sumula-420-impede-discussao-em-embargos-de-divergencia-sobre-valor-de-danos-morais/</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 13:07:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Euzébia Noleto</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Incabível, em embargos de divergência, discutir o valor de indenização por danos morais. O entendimento está agora cristalizado na Súmula 420 do STJ.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-1127" style="margin: 8px;" title="stj" src="http://www.euzebianoleto.com/wp-content/uploads/2010/03/stj.bmp" alt="stj" />Fonte: <a href="http://www.stj.jus.br/portal_stj/publicacao/engine.wsp?tmp.area=398&amp;tmp.texto=96212">Coordenadoria de Editoria e Imprensa do STJ</a></p>
<p style="text-align: justify;">Incabível, em embargos de divergência, discutir o valor de indenização por danos morais. O entendimento está agora cristalizado na Súmula 420, aprovada por unanimidade pela Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça. O projeto de súmula foi apresentado pelo ministro Aldir Passarinho Junior.</p>
<p style="text-align: justify;">Desde 2005, o STJ vem aplicando, nas Seções e na Corte Especial, tal entendimento. Um exemplo foi o julgamento dos embargos de divergência no Resp 663.196, propostos por empresa, condenada a pagar indenização por dano moral de R$ 40.000,00 a esposa e filhos de um homem atropelado e morto por veículo da empresa. A condenação foi mantida pela segunda instância e pelo STJ, ao julgar o recurso especial.</p>
<p style="text-align: justify;">Em embargos de divergência, a empresa pedia redução do valor, alegando o tempo de 17 anos decorrido entre o evento danoso e o ingresso em juízo pela família. Os embargos não foram conhecidos. “O quantitativo foi estabelecido pelas instâncias ordinárias e mantido pelo acórdão embargado diante das peculiaridades do caso, sem qualquer conotação de possível excesso”, afirmou o ministro Fernando Gonçalves, ao votar. “Ante o exposto, nos termos da súmula 168 do Superior Tribunal de Justiça, não conheço dos embargos”, concluiu.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2007, ao julgar agravo regimental no Eresp 510 299, a Corte Especial aplicava novamente tal entendimento. Após embargos não conhecidos, um cidadão pediu reconsideração da decisão para rever indenização. O ministro Teori Albino Zavascki esclareceu na ocasião. “Os embargos de divergência têm por escopo a uniformização da jurisprudência desta Corte, eliminando as dissidências internas quanto à interpretação do direito em tese, e, para tanto, pressupõem a identidade fática e solução divergente entre os acórdãos confrontados, o que não é o caso dos autos. Ele negou provimento ao agravo, mantendo o valor fixado.</p>
<p style="text-align: justify;">Não foi diferente a conclusão no AgRG nos Eresp 866.458. “A valoração do dano moral está intimamente ligada às circunstâncias fáticas do caso concreto e à condição das partes, sendo impossível estabelecer parâmetro de comparação com outros julgados desta Corte”, lembrou o relator, ministro Teori Zavascki. “É pacífico o entendimento deste STJ no sentido de que não é admissível, em sede de embargos de divergência, a discussão de valor fixado a título de danos morais, tendo em vista que na fixação ou alteração deste valor são consideradas as peculiaridades de cada hipótese”, concluiu o ministro.</p>
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		<title>Conduta indevida de sindicalistas em greve configura justa causa</title>
		<link>http://www.euzebianoleto.com/index.php/2010/03/conduta-indevida-em-greve-da-justa-causa-a-sindicalistas/</link>
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		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 19:26:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Euzébia Noleto</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Um inquérito instaurado pela Petrobras concluiu que eles agiram indevidamente durante o movimento, colocando a refinaria em risco de incêndio e explosão.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://ext02.tst.gov.br/pls/no01/NO_NOTICIASNOVO.Exibe_Noticia?p_cod_area_noticia=ASCS&amp;p_cod_noticia=10338">Assessoria de Comunicação Social do TST</a>  Imagem: Divulgação/Petrobrás</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-1071" style="margin: 8px;" title="p-51-imagem-petrobras-divulgacao" src="http://www.euzebianoleto.com/wp-content/uploads/2010/03/p-51-imagem-petrobras-divulgacao-150x150.jpg" alt="Imagem: Divulgação/Petrobrás" width="150" height="150" />Empregados sindicalistas da Petrobras que foram demitidos por falta grave por terem participado de uma greve na década de 90, e posteriormente anistiados, vêm insistindo na revisão da dispensa motivada para receberem os salários dos dias faltosos. A pretensão não prosperou em julgamento na Primeira Turma do Tribunal Superior do Trabalho, que negou provimento a um agravo, o que mantém a decisão anterior que constatou que eles agiram de forma indevida na condução do movimento grevista.</p>
<p style="text-align: justify;">Um inquérito instaurado pela empresa concluiu pela culpa dos dirigentes sindicais – e as instâncias ordinárias confirmaram que eles agiram indevidamente durante o movimento: invadiram as casas de controle com fim de paralisar diversas unidades de produção da refinaria, inclusive as essenciais à atividade empresarial, colocando a refinaria em risco de incêndio e explosão – e outras pessoas em perigo. “Isto está sobejamente caracterizado no acórdão regional, não há o que discutir quanto à justa causa, ao meu juízo, uma matéria que é de natureza fática”, disse o relator na Primeira Turma, ministro Lelio Bentes Corrêa.</p>
<p style="text-align: justify;">O relator esclareceu que os empregados renovaram um requerimento que haviam feito em um recurso anterior, em que invocam a Lei 10.790 que lhes concedeu anistia e pedem, portanto, o reconhecimento do direito aos salários de todo o período de afastamento. Mas como não houve pronunciamento judicial no primeiro recurso, cabia a eles renovar os pedidos, o que não foi feito. Além do mais, ressaltou o relator, a lei da anistia apenas anula as consequências dos atos praticados pelos empregados: pendências financeiras deverão ser resolvidas de acordo com os parâmetros negociados com a empresa.</p>
<p style="text-align: justify;">De qualquer modo, manifestou o relator, “esse não seria o momento para se debater a matéria, pois em nenhum momento se pode aceitar a tese de que pela lei de anistia teria restado prejudicado o objeto do inquérito para apuração de falta grave”, caso contrário esse entendimento estaria automaticamente reconhecendo o pagamento de salários por todo o período não trabalhado. O ministro Walmir Oliveira da Costa complementou o relator, esclarecendo que “a anistia pressupõe o reconhecimento da culpabilidade deles no evento”.</p>
<p style="text-align: justify;">A Primeira Turma decidiu, unanimemente, negar provimento ao agravo de instrumento dos empregados, ficando mantida a decisão regional que decidiu pela falta grave cometida por eles. (AIRR-113941-17.1995.5.03.0026)</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Sem colação de grau e registro profissional, aprovada em concurso não consegue tomar posse</title>
		<link>http://www.euzebianoleto.com/index.php/2010/02/sem-colacao-de-grau-e-registro-profissional-aprovada-em-concurso-nao-consegue-tomar-posse/</link>
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		<pubDate>Tue, 23 Feb 2010 19:30:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Euzébia Noleto</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Foi indeferido pedido liminar de candidata, aprovada em concurso público, para que tomasse posse mesmo sem o diploma de nível superior e do registro profissional específico. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://www.stj.gov.br/portal_stj/publicacao/engine.wsp?tmp.area=398&amp;tmp.texto=96018">Coordenadoria de Editoria e Imprensa do STJ</a></p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-1106" style="margin: 8px;" title="graduation1ik9" src="http://www.euzebianoleto.com/wp-content/uploads/2010/02/graduation1ik9-150x150.jpg" alt="graduation1ik9" width="150" height="150" />O presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro César Asfor Rocha, indeferiu o pedido liminar de candidata, aprovada em concurso público do Ministério dos Esportes, para que tomasse posse mesmo sem o diploma de nível superior e do registro profissional específico.</p>
<p style="text-align: justify;">No caso, a candidata foi nomeada pela Portaria n. 227 do Ministério do Esporte, em dezembro de 2009, após ser aprovada em concurso para provimento de vaga para Assistente Social do Ministério. Porém, no momento da investidura no cargo público, a candidata foi informada que não poderia tomar posse, devido à falta de diploma de nível superior e registro profissional junto ao Conselho Regional da categoria de Assistente Social.</p>
<p style="text-align: justify;">Inconformada, a candidata alega ter o direito líquido e certo na reserva de vaga até que possa entregar os documentos exigidos no edital normativo. Sustenta que ainda falta a apresentação da monografia e a sua colação de grau, que está marcada para ocorrer no início de março de 2010, bem como a aquisição da carteira do Conselho Regional. Acrescenta que pela burocracia natural dos processos isso ocorrerá no máximo em 90 dias.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao decidir, o ministro Cesar Rocha destacou que a candidata, até o momento, não possui os documentos comprovadores da habilitação exigida no edital do concurso. Acrescentou que o não cumprimento a exigência do edital afastada a ‘plausibilidade’ jurídica do pedido.</p>
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		<item>
		<title>Cálculo das horas extras e adicional de insalubridade ou de periculosidade</title>
		<link>http://www.euzebianoleto.com/index.php/2010/01/calculo-das-horas-extras-e-adicional-de-insalubridade-ou-de-periculosidade/</link>
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		<pubDate>Fri, 15 Jan 2010 17:23:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Euzébia Noleto</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos Recentes]]></category>

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		<category><![CDATA[Featured]]></category>

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		<category><![CDATA[adicional de insalubridade]]></category>

		<category><![CDATA[adicional de periculosidade]]></category>

		<category><![CDATA[horas extras]]></category>

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		<description><![CDATA[Como efetuar o cálculo das horas extras relativas à jornada de trabalhadores que percebem adicional de insalubridade ou de periculosidade? ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial;"><img class="alignright size-full wp-image-1007" style="margin: 8px;" title="trabalhadores-na-mina" src="http://www.euzebianoleto.com/wp-content/uploads/2010/01/trabalhadores-na-mina.jpg" alt="trabalhadores-na-mina" width="300" height="300" />Como efetuar o cálculo das horas extras relativas à jornada de trabalhadores que percebem adicional de insalubridade ou de periculosidade? O professor Natanael Lago, dos sites <a href="http://www.professortrabalhista.adv.br/"><span style="color: #800080;">Professor Trabalhista</span></a> e <a href="http://www.centraltrabalhista.com.br/"><span style="color: #800080;">Central Trabalhista</span></a>, elucida esta questão: </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 1cm; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial;">“Devemos inicialmente destacar, que as atividades nocivas à saúde (prejudiciais) não devem, em geral, serem condicionadas aos exercícios de horas prorrogadas, em razão do extenso prejuízo que o empregado pode sofrer em sua saúde.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 1cm; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial;">Porém, ocorrendo casos imperiosos, as autoridades competentes poderão autorizar – art. 60 da CLT.</span></p>
<p><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial;">        <em>Súmula TST Nº 139<span style="mso-tab-count: 1;">       </span>ADICIONAL DE INSALUBRIDADE (incorporada a Orientação Jurisprudencial nº 102 da SBDI-1) - Res. 129/2005, DJ 20, 22 e 25.04.2005Enquanto percebido, o adicional de insalubridade integra a remuneração para todos os efeitos legais.</em></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 1cm; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><em><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial;">Enunciado 47 TST . Hora Extra. Adicional de Insalubridade. Base de Cálculo. É o Resultado da Soma do Salário Contratual Mais o Adicional de Insalubridade, Este Calculado Sobre o Salário Mínimo</span></em><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial;">.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 12pt;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial;">Em razão da possibilidade em haver horas extras, os tribunais admitem que as funções insalubres ou periculosas, sendo compensadas pelo adicional, os mesmos devem compor para se calculas as horas.</span></p>
<div style="padding-right: 4pt; padding-left: 4pt; padding-bottom: 1pt; padding-top: 1pt; mso-element: para-border-div; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; border: windowtext 1pt solid;">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 1cm; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-padding-alt: 1.0pt 4.0pt 1.0pt 4.0pt; padding: 0cm;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial;">Salário R$ 800,00 – adicional de insalubridade<span style="mso-spacerun: yes;">   </span>R$ 24,00 – Base de cálculo R$ 824,00.</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 1cm; text-align: justify; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-padding-alt: 1.0pt 4.0pt 1.0pt 4.0pt; padding: 0cm;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial;">Salário R$ 400,00 – adicional de periculosidade R$ 120,00 – Base de cálculo R$ 520,00.</span></strong></p>
</div>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial;">Professor Natanael Lago – <a href="http://www.professortrabalhista.adv.br/"><span style="color: #800080;">www.professortrabalhista.adv.br</span></a>” </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><em style="mso-bidi-font-style: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt;">Imagem:<a href="http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Mine_Qaarsut.jpg"><span style="color: #800080;"> Wikimedia Commons</span></a></span></em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.euzebianoleto.com/index.php/2010/01/calculo-das-horas-extras-e-adicional-de-insalubridade-ou-de-periculosidade/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>A Declaração Universal dos Direitos Humanos</title>
		<link>http://www.euzebianoleto.com/index.php/2009/12/declaracao-universal-dos-direitos-humanos/</link>
		<comments>http://www.euzebianoleto.com/index.php/2009/12/declaracao-universal-dos-direitos-humanos/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 10 Dec 2009 04:00:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Euzébia Noleto</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos Recentes]]></category>

		<category><![CDATA[Direito Constitucional]]></category>

		<category><![CDATA[Direito Internacional]]></category>

		<category><![CDATA[Áreas:]]></category>

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		<description><![CDATA[A Declaração Universal dos Direitos Humanos é um dos documentos básicos das Nações Unidas e foi assinada em 10 de dezembro de 1948. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"><img class="size-full wp-image-985 aligncenter" title="udhr-lawvideolibrary-com" src="http://www.euzebianoleto.com/wp-content/uploads/2009/12/udhr-lawvideolibrary-com.jpg" alt="udhr-lawvideolibrary-com" width="450" height="340" /></span></div>
<p><span style="mso-spacerun: yes;"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><a href="http://www.onu-brasil.org.br/documentos_direitoshumanos.php"><span style="color: #800080;">Do site da ONU:</span></a></p>
<p> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><em style="mso-bidi-font-style: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">A Declaração Universal dos Direitos Humanos é um dos documentos básicos das Nações Unidas e foi assinada em 10 de dezembro de 1948. Nela, são enumerados os direitos que todos os seres humanos possuem. </span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Preâmbulo</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Considerando que o reconhecimento da dignidade inerente a todos os membros da família humana e de seus direitos iguais e inalienáveis é o fundamento da liberdade, da justiça e da paz no mundo,</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Considerando que o desprezo e o desrespeito pelos direitos humanos resultaram em atos bárbaros que ultrajaram a consciência da Humanidade e que o advento de um mundo em que os todos gozem de liberdade de palavra, de crença e da liberdade de viverem a salvo do temor e da necessidade foi proclamado como a mais alta aspiração do ser humano comum,</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Considerando ser essencial que os direitos humanos sejam protegidos pelo império da lei, para que o ser humano não seja compelido, como último recurso, à rebelião contra a tirania e a opressão,</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Considerando ser essencial promover o desenvolvimento de relações amistosas entre as nações,</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Considerando que os povos das Nações Unidas reafirmaram, na Carta da ONU, sua fé nos direitos humanos fundamentais, na dignidade e no valor do ser humano e na igualdade de direitos entre homens e mulheres, e que decidiram promover o progresso social e melhores condições de vida em uma liberdade mais ampla,</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Considerando que os Estados-Membros se comprometeram a promover, em cooperação com as Nações Unidas, o respeito universal aos direitos e liberdades humanas fundamentais e a observância desses direitos e liberdades,</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Considerando que uma compreensão comum desses direitos e liberdades é da mais alta importância para o pleno cumprimento desse compromisso, agora portanto,</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">A Assembléia Geral proclama a presente Declaração Universal dos Direitos Humanos como o ideal comum a ser atingido por todos os povos e todas as nações, com o objetivo de que cada indivíduo e cada órgão da sociedade, tendo sempre em mente esta Declaração, se esforce, através do ensino e da educação, por promover o respeito a esses direitos e liberdades, e, pela adoção de medidas progressivas de caráter nacional e internacional, por assegurar o seu reconhecimento e a sua observância universal e efetiva, tanto entre os povos dos próprios Estados-Membros, quanto entre os povos dos territórios sob sua jurisdição.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Artigo I.</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos. São dotados de razão e consciência e devem agir em relação uns aos outros com espírito de fraternidade.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Artigo II.</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">1. Todo ser humano tem capacidade para gozar os direitos e as liberdades estabelecidos nesta Declaração, sem distinção de qualquer espécie, seja de raça, cor, sexo, idioma, religião, opinião política ou de outra natureza, origem nacional ou social, riqueza, nascimento, ou qualquer outra condição.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">2. Não será também feita nenhuma distinção fundada na condição política, jurídica ou internacional do país ou território a que pertença uma pessoa, quer se trate de um território independente, sob tutela, sem governo próprio, quer sujeito a qualquer outra limitação de soberania. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Artigo III.</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Todo ser humano tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Artigo IV.</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Ninguém será mantido em escravidão ou servidão; a escravidão e o tráfico de escravos serão proibidos em todas as suas formas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Artigo V.</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Ninguém será submetido à tortura nem a tratamento ou castigo cruel, desumano ou degradante.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Artigo VI.</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Todo ser humano tem o direito de ser, em todos os lugares, reconhecido como pessoa perante a lei.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Artigo VII.</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Todos são iguais perante a lei e têm direito, sem qualquer distinção, a igual proteção da lei. Todos têm direito a igual proteção contra qualquer discriminação que viole a presente Declaração e contra qualquer incitamento a tal discriminação.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Artigo VIII.</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Todo ser humano tem direito a receber dos tribunais nacionais competentes remédio efetivo para os atos que violem os direitos fundamentais que lhe sejam reconhecidos pela constituição ou pela lei.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Artigo IX.</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Ninguém será arbitrariamente preso, detido ou exilado.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Artigo X.</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Todo ser humano tem direito, em plena igualdade, a uma justa e pública audiência por parte de um tribunal independente e imparcial, para decidir sobre seus direitos e deveres ou do fundamento de qualquer acusação criminal contra ele.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Artigo XI.</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">1. Todo ser humano acusado de um ato delituoso tem o direito de ser presumido inocente até que a sua culpabilidade tenha sido provada de acordo com a lei, em julgamento público no qual lhe tenham sido asseguradas todas as garantias necessárias à sua defesa.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">2. Ninguém poderá ser culpado por qualquer ação ou omissão que, no momento, não constituíam delito perante o direito nacional ou internacional. Também não será imposta pena mais forte do que aquela que, no momento da prática, era aplicável ao ato delituoso. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Artigo XII.</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Ninguém será sujeito à interferência em sua vida privada, em sua família, em seu lar ou em sua correspondência, nem a ataque à sua honra e reputação. Todo ser humano tem direito à proteção da lei contra tais interferências ou ataques.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Artigo XIII.</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">1. Todo ser humano tem direito à liberdade de locomoção e residência dentro das fronteiras de cada Estado.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">2. Todo ser humano tem o direito de deixar qualquer país, inclusive o próprio, e a este regressar.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Artigo XIV.</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">1. Todo ser humano, vítima de perseguição, tem o direito de procurar e de gozar asilo em outros países.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">2. Este direito não pode ser invocado em caso de perseguição legitimamente motivada por crimes de direito comum ou por atos contrários aos objetivos e princípios das Nações Unidas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Artigo XV.</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">1. Todo homem tem direito a uma nacionalidade.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">2. Ninguém será arbitrariamente privado de sua nacionalidade, nem do direito de mudar de nacionalidade.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Artigo XVI.</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">1. Os homens e mulheres de maior idade, sem qualquer restrição de raça, nacionalidade ou religião, têm o direito de contrair matrimônio e fundar uma família. Gozam de iguais direitos em relação ao casamento, sua duração e sua dissolução.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">2. O casamento não será válido senão com o livre e pleno consentimento dos nubentes.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">3. A</span><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"> família é o núcleo natural e fundamental da sociedade e tem direito à proteção da sociedade e do Estado.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Artigo XVII.</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">1. Todo ser humano tem direito à propriedade, só ou em sociedade com outros.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">2. Ninguém será arbitrariamente privado de sua propriedade.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Artigo XVIII.</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Todo ser humano tem direito à liberdade de pensamento, consciência e religião; este direito inclui a liberdade de mudar de religião ou crença e a liberdade de manifestar essa religião ou crença, pelo ensino, pela prática, pelo culto e pela observância, em público ou em particular.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Artigo XIX.</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Todo ser humano tem direito à liberdade de opinião e expressão; este direito inclui a liberdade de, sem interferência, ter opiniões e de procurar, receber e transmitir informações e idéias por quaisquer meios e independentemente de fronteiras.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Artigo XX.</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">1. Todo ser humano tem direito à liberdade de reunião e associação pacífica.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">2. Ninguém pode ser obrigado a fazer parte de uma associação.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Artigo XXI.</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">1. Todo ser humano tem o direito de fazer parte no governo de seu país diretamente ou por intermédio de representantes livremente escolhidos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">2. Todo ser humano tem igual direito de acesso ao serviço público do seu país.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">3. A</span><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"> vontade do povo será a base da autoridade do governo; esta vontade será expressa em eleições periódicas e legítimas, por sufrágio universal, por voto secreto ou processo equivalente que assegure a liberdade de voto.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Artigo XXII.</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Todo ser humano, como membro da sociedade, tem direito à segurança social, à realização pelo esforço nacional, pela cooperação internacional e de acordo com a organização e recursos de cada Estado, dos direitos econômicos, sociais e culturais indispensáveis à sua dignidade e ao livre desenvolvimento da sua personalidade.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Artigo XXIII.</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">1. Todo ser humano tem direito ao trabalho, à livre escolha de emprego, a condições justas e favoráveis de trabalho e à proteção contra o desemprego.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">2. Todo ser humano, sem qualquer distinção, tem direito a igual remuneração por igual trabalho.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">3. Todo ser humano que trabalha tem direito a uma remuneração justa e satisfatória, que lhe assegure, assim como à sua família, uma existência compatível com a dignidade humana e a que se acrescentarão, se necessário, outros meios de proteção social.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">4. Todo ser humano tem direito a organizar sindicatos e a neles ingressar para proteção de seus interesses.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Artigo XXIV.</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Todo ser humano tem direito a repouso e lazer, inclusive a limitação razoável das horas de trabalho e a férias remuneradas periódicas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Artigo XXV.</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">1. Todo ser humano tem direito a um padrão de vida capaz de assegurar-lhe, e a sua família, saúde e bem-estar, inclusive alimentação, vestuário, habitação, cuidados médicos e os serviços sociais indispensáveis, e direito à segurança em caso de desemprego, doença, invalidez, viuvez, velhice ou outros casos de perda dos meios de subsistência em circunstâncias fora de seu controle.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">2. A</span><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"> maternidade e a infância têm direito a cuidados e assistência especiais. Todas as crianças, nascidas dentro ou fora do matrimônio gozarão da mesma proteção social.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Artigo XXVI.</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">1. Todo ser humano tem direito à instrução. A instrução será gratuita, pelo menos nos graus elementares e fundamentais. A instrução elementar será obrigatória. A instrução técnico-profissional será acessível a todos, bem como a instrução superior, esta baseada no mérito.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">2. A</span><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"> instrução será orientada no sentido do pleno desenvolvimento da personalidade humana e do fortalecimento do respeito pelos direitos humanos e pelas liberdades fundamentais. A instrução promoverá a compreensão, a tolerância e a amizade entre todas as nações e grupos raciais ou religiosos, e coadjuvará as atividades das Nações Unidas em prol da manutenção da paz.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">3. Os pais têm prioridade de direito na escolha do gênero de instrução que será ministrada a seus filhos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Artigo XXVII.</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">1. Todo ser humano tem o direito de participar livremente da vida cultural da comunidade, de fruir das artes e de participar do progresso científico e de seus benefícios.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">2. Todo ser humano tem direito à proteção dos interesses morais e materiais decorrentes de qualquer produção científica literária ou artística da qual seja autor.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Artigo XXVIII.</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Todo ser humano tem direito a uma ordem social e internacional em que os direitos e liberdades estabelecidos na presente Declaração possam ser plenamente realizados.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Artigo XXIX.</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">1. Todo ser humano tem deveres para com a comunidade, na qual o livre e pleno desenvolvimento de sua personalidade é possível.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">2. No exercício de seus direitos e liberdades, todo ser humano estará sujeito apenas às limitações determinadas pela lei, exclusivamente com o fim de assegurar o devido reconhecimento e respeito dos direitos e liberdades de outrem e de satisfazer as justas exigências da moral, da ordem pública e do bem-estar de uma sociedade democrática.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">3. Esses direitos e liberdades não podem, em hipótese alguma, ser exercidos contrariamente aos objetivos e princípios das Nações Unidas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Artigo XXX.</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Nenhuma disposição da presente Declaração pode ser interpretada como o reconhecimento a qualquer Estado, grupo ou pessoa, do direito de exercer qualquer atividade ou praticar qualquer ato destinado à destruição de quaisquer dos direitos e liberdades aqui estabelecidos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><em style="mso-bidi-font-style: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Imagem: <a href="http://www.lawvideolibrary.com/">Law Video Library</a> </span></em></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Microempresário será isento do Imposto de Renda</title>
		<link>http://www.euzebianoleto.com/index.php/2009/09/microempresario-sera-isento-do-imposto-de-renda/</link>
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		<pubDate>Thu, 10 Sep 2009 13:59:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Euzébia Noleto</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos Recentes]]></category>

		<category><![CDATA[Direito Empresarial]]></category>

		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<category><![CDATA[Áreas:]]></category>

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		<description><![CDATA[Medida se aplica a trabalhadores autônomos com renda até R$ 16.473,72 por ano, desde que esta seja a única atividade lucrativa. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Fonte: <a href="http://www.financialweb.com.br/noticias/index.asp?cod=58032"><span style="color: #800080;">http://www.financialweb.com.br/noticias/index.asp?cod=58032</span></a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Medida se aplica a trabalhadores autônomos com renda até R$ 16.473,72 por ano, desde que esta seja a única atividade lucrativa </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"><span style="mso-spacerun: yes;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">SÃO PAULO - Os microempresários que ganham até R$ 16.473,72 por ano passarão a fazer parte do grupo de contribuintes isentos do Imposto de Renda para pessoas físicas. A mudança foi confirmada pelo Comitê Gestor do Simples Nacional e se aplica somente se a atividade for a única fonte de renda e não estiver inclusa em nenhuma sociedade em empresas. <span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"><img class="alignright size-full wp-image-911" title="conse-empresario-3" src="http://www.euzebianoleto.com/wp-content/uploads/2009/09/conse-empresario-3.jpg" alt="conse-empresario-3" width="190" height="250" /></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Serão beneficiados pela medida feirantes, vendedores ambulantes, borracheiros, sapateiros e manicures, entre outros. Estes trabalhadores que exercem suas funções de forma individual estão regulamentados pela Receita Federal desde abril. A partir do próximo mês, os autônomos começam a recolher formalmente contribuições para a Previdência Social e impostos para os estados e municípios. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Os empresários que se aplicarem à medida e estiverem cadastrados no CNPJ, deverão apresentar a Declaração Anual Simplificada do Simples Nacional e não a Declaração do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (DIRPJ). O documento precisa conter informações como a receita bruta anual, em caso de comércio e indústria, e a contratação de empregados. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">De acordo com a lei aprovada no último ano, o critério para estabelecer quem são os microempreendedores é a renda de até R$ 36 mil no ano-calendário anterior. A isenção é válida a partir de 1º de julho e, entre outras condições, o trabalhadore deve ter no máximo um empregado que receba até um salário mínimo (ou o que for equivalente à categoria profissional). </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">A Receita Federal informou que em 2009 o recolhimento do comércio e da indústria será equivalente a R$ 52,15, o do prestador de serviços deve corresponder a R$ 56,15 e dos trabalhadores com atividade mista, a R$ 57,15. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">* Com informações da Agência Brasil </span></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Eleições 2010 – regras da campanha pela Internet</title>
		<link>http://www.euzebianoleto.com/index.php/2009/09/eleicoes-2010-regras-da-campanha-pela-internet/</link>
		<comments>http://www.euzebianoleto.com/index.php/2009/09/eleicoes-2010-regras-da-campanha-pela-internet/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 09 Sep 2009 13:49:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Euzébia Noleto</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos Recentes]]></category>

		<category><![CDATA[Direito Eleitoral]]></category>

		<category><![CDATA[Direito da Internet & Informática]]></category>

		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<category><![CDATA[Áreas:]]></category>

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		<description><![CDATA[Para estabelecer as regras que disciplinam o uso político da web, os deputados compararam a internet com os meios eletrônicos de massa, TV e rádio.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 12pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Fonte: <a href="http://educacao.uol.com.br/atualidades/eleicoes-2010.jhtm"><span style="color: #800080;">http://educacao.uol.com.br/atualidades/eleicoes-2010.jhtm</span></a><span style="mso-spacerun: yes;">   </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 12pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Com o propósito alardeado de liberar campanhas políticas na internet, a <a href="http://educacao.uol.com.br/cidadania/ult4490u12.jhtm"><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: windowtext;">Câmara dos Deputados</span></span></a> aprovou, no dia 8 de junho de 2009, o substitutivo ao Projeto de Lei 5.498/2009, de reforma eleitoral, que, na prática, vai restringir o uso de ferramentas digitais para fins políticos no Brasil. (<a href="http://educacao.uol.com.br/atualidades/eleicoes-2010.jhtm#direto-ponto#direto-ponto"><strong><span style="color: windowtext;">Direto ao ponto: Ficha-resumo</span></strong></a>)</span></p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-916" title="urna_eletronica_voto" src="http://www.euzebianoleto.com/wp-content/uploads/2009/09/urna_eletronica_voto.jpg" alt="urna_eletronica_voto" width="221" height="141" />Caso sejam aprovadas no <a href="http://educacao.uol.com.br/cidadania/ult4490u17.jhtm"><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: windowtext;">Senado Federal</span></span></a> até 30 de setembro de 2009 e sancionadas pelo presidente <a href="http://educacao.uol.com.br/biografias/ult1789u73.jhtm"><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: windowtext;">Luiz Inácio Lula da Silva</span></span></a>, as novas regras já valerão para as próximas eleições gerais de 2010, quando serão eleitos presidente, governadores, senadores, deputados federais e estaduais.</p>
<p>A propaganda eleitoral na web está hoje restrita aos sites dos candidatos, destinados à campanha, com a terminação <em>can.br</em>, de acordo com o Capítulo 4 da resolução 22.718/2008 do <a href="http://educacao.uol.com.br/cidadania/judiciario-2.jhtm"><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: windowtext;">Tribunal Superior Eleitoral (TSE)</span></span></a>. A resolução tem como base a lei eleitoral vigente, de número 9.504/1997.</p>
<p>Isso não impediu que, nas eleições de 2008, os políticos usassem blogs, Twitter (microblog com espaço para escrita de até 140 caracteres), perfis no Orkut e outras redes sociais para pedir votos. Os debates entre candidatos também não são proibidos na internet.</p>
<p>Se a reforma eleitoral for aprovada, a campanha será permitida em sites - gerados pelos próprios candidatos, partidos ou coligações - e em blogs, redes sociais e serviços de mensagens instantâneas, com material produzido por qualquer pessoa, a partir de 5 de julho do ano da eleição.</p>
<p>A <a href="http://educacao.uol.com.br/atualidades/horario-eleitoral.jhtm"><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: windowtext;">propaganda eleitoral paga ou gratuita</span></span></a> ficará proibida na internet para sites oficiais (de Estados, prefeituras, etc.) e de empresas (com ou sem fins lucrativos). A pena para quem infringir a lei é multa de R$ 5 a R$ 30 mil, aplicadas ao provedor e serviço de hospedagem. A Justiça Eleitoral ainda poderá determinar a suspensão do acesso a todo conteúdo na internet por um período de 24 horas.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-outline-level: 3;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Mesmas regras da TV</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 12pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">As mudanças podem criar situações absurdas no país. Um jornal ou uma revista que exponham sua preferência por determinado político em editorial ou que aceitem publicidade em suas páginas, o que é permitido por lei, não poderão veicular o mesmo conteúdo na versão online das publicações, sob o risco de serem punidos.</span></p>
<p>Um blog hospedado em um portal poderá manifestar apoio ou criticar um candidato, mas, a depender da crítica que fizer, seu provedor poderá ser penalizado. São expedientes semelhantes, em relação à internet, às censuras de regimes ditatoriais da <a href="http://educacao.uol.com.br/geografia/ult1694u292.jhtm"><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: windowtext;">Coreia do Norte</span></span></a>, <a href="http://educacao.uol.com.br/geografia/ult1694u260.jhtm"><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: windowtext;">Irã</span></span></a>, <a href="http://www.euzebianoleto.com/wp-admin/%20http://educacao.uol.com.br/geografia/ult1701u61.jhtm"><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: windowtext;">China</span></span></a> e <a href="http://educacao.uol.com.br/geografia/ult1694u114.jhtm"><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: windowtext;">Cuba</span></span></a>.</p>
<p>Para estabelecer as regras que disciplinam o uso político da web, os deputados compararam a internet com os meios eletrônicos de massa, TV e rádio, que são concessões públicas, ou seja, empresas que recebem uma autorização provisória do governo para prestarem serviços de utilidade pública e que, por isso, são passíveis de regulamentação do Estado. A internet, pelo contrário, é um terreno de livre expressão e sem controle, onde qualquer um pode difundir livremente suas opiniões.</p>
<p>Debates políticos em portais, sites e blogs para cargos majoritários (presidente, governador e senador) ficarão sujeitos, da mesma forma que os meios de radiodifusão, à concordância de dois terços dos candidatos. Serão obrigados, caso queiram promover o evento, a convidar até os candidatos &#8220;nanicos&#8221;. Hoje, o procedimento já torna quase inviável os debates nas TVs.</p>
<p>Outra norma que também valerá para a rede é o direito de resposta. O candidato que se sinta injuriado com alguma crítica ou brincadeira feita em um blog poderá pedir na Justiça direito de resposta, em espaço proporcional, e a retirada do material considerado ofensivo no site.</p>
<p>Mas como cercear o debate num ambiente de fluxo constante de ideias e diálogos, marcado pela irreverência e sem o compromisso com a imparcialidade que caracteriza a imprensa? Além disso, o &#8220;direito de resposta&#8221; na internet é quase instantâneo com os recursos interativos que o meio oferece, diferente dos demais veículos de comunicação.</p>
<p>O próprio presidente do TSE, Carlos Ayres Britto, criticou a reforma. Em entrevista ao jornal <em>Folha de S. Paulo</em>, afirmou que &#8220;(&#8230;) não há como regulamentar o uso da internet. A internet tem dois méritos: mobiliza a sociedade de uma forma interativa, que em época de eleição deve ser turbinada, não intimidada. E está criando uma nova sociedade civil mundial. Qualquer regulamentação no nível dos Estados é provinciana&#8221;.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-outline-level: 3;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Era Obama</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 12pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">O ministro tem razão. A internet é hoje um novo espaço público de discussão política, da mesma forma que a TV foi para o século passado e continua sendo até hoje, exercendo grande influência.</span></p>
<p>O maior exemplo do poder da rede em engajar pessoas e despertar o interesse pela política foi a campanha de <a href="http://educacao.uol.com.br/biografias/barack-obama.jhtm"><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: windowtext;">Barack Obama</span></span></a> à Casa Branca. Além de ser o primeiro negro a ocupar a presidência dos <a href="http://educacao.uol.com.br/geografia/ult1694u157.jhtm"><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: windowtext;">Estados Unidos</span></span></a>, ele foi o primeiro político a usar amplamente os recursos interativos e os sites de relacionamentos da rede como espaço de debate e propaganda política.</p>
<p>Para atingir o eleitorado mais jovem, que passa mais tempo na frente do computador do que da TV, Obama recorreu a sites como YouTube, Myspace, Facebook e Twitter, com a vantagem do custo quase zero dessas plataformas. Ele também dispensou o financiamento público e arrecadou US$ 650 milhões (R$ 1,280 bilhão) em doações voluntárias, boa parte feita online, por meio do site de sua campanha.</p>
<p>A internet tem ainda um papel importante na mobilização de massas, como mostraram os recentes protestos ocorridos no Irã. As manifestações nas ruas de Teerã, capital do país, foram divulgadas por meio de fotos, vídeos e textos veiculados na rede de computadores pelos próprios usuários, rompendo a censura imposta à imprensa no país.</p>
<p>No Brasil, 62,3 milhões de pessoas, com idades de 16 anos ou mais, têm acesso à web - incluindo acessos em casa, no trabalho, na escola e em LAN houses -, segundo pesquisa do Ibope Nielsen Online. O número corresponde a 32% da população brasileira, hoje estimada em 191,4 milhões de habitantes, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; mso-outline-level: 3;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Transparência</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 12pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Se, por um lado, a reforma eleitoral limita a liberdade dos meios digitais, por outro beneficia os próprios políticos e não apresenta avanços no quesito transparência, essencial para evitar casos de corrupção e melhorar o sistema político brasileiro.</span></p>
<p>Pelo texto aprovado na Câmara, deixam de ficar inelegíveis os candidatos que tiveram as contas de campanhas nas últimas eleições reprovadas pelos TREs (Tribunal Regional Eleitoral) ou pelo TSE, afrouxando o &#8220;filtro&#8221; nas candidaturas.</p>
<p>Outro item praticamente oficializa as doações ocultas de verbas, que são feitas por empresas aos partidos, para depois serem repassadas aos candidatos. Um total de 60% das doações realizadas nas eleições passadas foram feitas por meio desse recurso. Assim, o eleitor não terá como saber quem financia a campanha do seu candidato.</p>
<p>Saber quem paga a campanha do político é importante porque muitas empresas, como grandes empreiteiras, fazem doações visando obter benefícios durante os mandatos, por exemplo, vantagens em licitações de serviços públicos, o que é ilegal.</p>
<p>Como o projeto chegará ao Senado debaixo de muitas críticas, ainda há chance de sofrer novas alterações, contemplando sugestões que incorporem à democracia brasileira a inovação trazida pela internet, como ocorreu nos Estados Unidos. Mas denúncias de irregularidades envolvendo o <a href="http://educacao.uol.com.br/biografias/ult1789u69.jhtm"><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: windowtext;">senador José Sarney</span></span></a> (PMDB-AP), presidente da Casa, podem prejudicar os trabalhos.</p>
<table class="MsoNormalTable" style="background: #b9b9ff; width: 322.5pt; mso-cellspacing: 1.5pt; mso-padding-alt: 3.0pt 3.0pt 3.0pt 3.0pt;" border="0" cellpadding="0" width="430">
<tbody>
<tr style="mso-yfti-irow: 0; mso-yfti-firstrow: yes;">
<td style="background: #8080ff; border: #e0dfe3; padding: 3pt;" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><a name="direto-ponto"></a><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Direto ao ponto <a href="http://educacao.uol.com.br/atualidades/eleicoes-2010.jhtm#topo#topo"></a></span></strong></p>
</td>
</tr>
<tr style="mso-yfti-irow: 1; mso-yfti-lastrow: yes;">
<td style="background-color: transparent; border: #e0dfe3; padding: 3pt;" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">A Câmara dos Deputados aprovou um substitutivo ao Projeto de Lei 5.498/2009, que trata da reforma eleitoral, restringindo o uso da internet nas eleições de 2010.</span></p>
<p><strong>O que muda</strong><br />
Se o substitutivo for aprovado também no Senado Federal:<br />
• serão permitidas campanhas em sites (gerados pelos próprios candidatos, partidos ou coligações) e em blogs, sites, redes sociais e serviços de mensagens instantâneas, com material produzido por qualquer pessoa;<br />
• ficarão proibidas campanhas em sites oficiais e de empresas;<br />
• jornais ou revistas que exponham sua preferência por determinado político em editorial ou que aceitem publicidade em suas páginas, não poderão veicular o mesmo conteúdo em seus sites;<br />
• um blog poderá manifestar apoio ou criticar um candidato, mas, a depender da crítica que fizer, seu provedor poderá ser penalizado.<br />
• o candidato que se sinta ofendido com críticas ou brincadeiras feitas em blogs ou sites poderá pedir na Justiça direito de resposta e a retirada do material ofensivo. <strong></strong><br />
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Carlos Ayres Britto, criticou a reforma. Segundo ele, “não há como regulamentar o uso da internet. A internet mobiliza a sociedade de uma forma interativa, que em época de eleição deve ser turbinada, não intimidada”.</p>
<p>Crítica</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">*José Renato Salatiel</span></strong><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"> é jornalista e professor universitário. </span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Presidente do STF pede informações em ação que questiona cotas raciais em vestibular da UnB</title>
		<link>http://www.euzebianoleto.com/index.php/2009/07/presidente-do-stf-pede-informacoes-em-acao-que-questiona-cotas-raciais-em-vestibular-da-unb/</link>
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		<pubDate>Thu, 23 Jul 2009 01:36:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Euzébia Noleto</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Casos Notórios]]></category>

		<category><![CDATA[Jurisprudência]]></category>

		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<category><![CDATA[Publicações]]></category>

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		<description><![CDATA[A instituição de cotas raciais na Universidade de Brasília (UnB) foi objeto da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 186 ajuizada nesta segunda-feira (20), com pedido de suspensão liminar, pelo Democratas (DEM) no Supremo Tribunal Federal (STF). “A ofensa aos estudantes preteridos porque não pertencem à raça “certa” é manifesta e demanda resposta urgente do Judiciário”, argumenta o partido.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">O ministro Gilmar Mendes, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), pediu informações à Advocacia Geral da União (AGU) e à Procuradoria Geral da República (PGR) para que emitam parecer sobre a ação ajuizada pelo partido Democratas que questiona a uitlização do parâmetro de cotas raciais no vestibular da Universidade de Brasília (UnB).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Em cinco dias a AGU e a PGR deverão se manifestar quanto à política de cotas raciais, adotada por diversas universidades públicas. Após a chegada desses pareceres, a Presidência da Corte poderá analisar o pedido de liminar ou, caso esteja encerrado o período de férias forenses (mês de julho), a ação será distribuída à relatoria de um dos ministros, para que seja julgada no Plenário do STF, que retoma suas atividades no próximo dia 3.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">A instituição de cotas raciais na Universidade de Brasília (UnB) foi objeto da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 186 ajuizada nesta segunda-feira (20), com pedido de suspensão liminar, pelo Democratas (DEM) no Supremo Tribunal Federal (STF). O partido busca a declaração de inconstitucionalidade de atos do poder público que resultaram na instituição de cotas raciais na universidade.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">O DEM assevera que acontecerão danos irreparáveis se a matrícula na universidade for realizada pelos candidatos aprovados com base nas cotas raciais, “a partir de critérios dissimulados, inconstitucionais e pretensiosos da Comissão Racial”. “A ofensa aos estudantes preteridos porque não pertencem à raça “certa” é manifesta e demanda resposta urgente do Judiciário”, argumenta o partido.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Os advogados do partido ressaltam que estão sendo violados diversos preceitos fundamentais estabelecidos pela Constituição Federal de 1988. São eles: os princípios republicano (artigo 1º, caput) e da dignidade da pessoa humana (inciso III); dispositivo constitucional que veda o preconceito de cor e a discriminação (artigo 3º, inciso IV); repúdio ao racismo (artigo 4º, inciso VIII); Igualdade (artigo 5º, incisos I), Legalidade (inciso II), direito à informação dos órgãos públicos (XXXIII), combate ao racismo (XLII) e devido processo legal (LIV).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Por essas razões, o partido pede a concessão da medida liminar pelo STF a fim de suspender a realização da matrícula dos alunos aprovados mediante o sistema universal e o sistema de cotas para negros na Universidade de Brasília, prevista para os próximos dias 23 e 24 de julho de 2009. Requer que o Cespe divulgue nova listagem de aprovados, a partir das notas de cada candidato, independentemente do critério racial, determinando que somente após essa divulgação os alunos realizem a matrícula, obedecendo à classificação universal.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Fonte: Notícias STF </span></strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Entenda as diferenças entre os diversos tipos de prisão no Brasil</title>
		<link>http://www.euzebianoleto.com/index.php/2009/07/entenda-as-diferencas-entre-os-diversos-tipos-de-prisao-no-brasil/</link>
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		<pubDate>Wed, 22 Jul 2009 17:16:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Euzébia Noleto</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Direito Penal e Processual Penal]]></category>

		<category><![CDATA[Questões Controversas]]></category>

		<category><![CDATA[prisão]]></category>

		<category><![CDATA[prisão civil do não pagador de pensão alimentícia]]></category>

		<category><![CDATA[prisão em flagrante]]></category>

		<category><![CDATA[prisão para execução da pena]]></category>

		<category><![CDATA[prisão preventiva]]></category>

		<category><![CDATA[prisão preventiva para fins de extradição]]></category>

		<category><![CDATA[prisão temporária]]></category>

		<category><![CDATA[prisões]]></category>

		<category><![CDATA[STF]]></category>

		<category><![CDATA[tipos]]></category>

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		<description><![CDATA[Entenda as diferenças entre prisão temporária, preventiva, em flagrante, civil e para efeitos de extradição – modalidades permitidas pela justiça brasileira.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><img class="alignleft size-full wp-image-804" title="law_books" src="http://www.noleto.adv.br/wp-content/uploads/2009/02/law_books.jpg" alt="law_books" width="233" height="183" />Entenda as diferenças entre prisão temporária, preventiva, em flagrante, civil e para efeitos de extradição – modalidades permitidas pela justiça brasileira.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Prisão Temporária: </span></strong><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">A prisão temporária é uma modalidade de prisão utilizada durante uma investigação. Geralmente é decretada para assegurar o sucesso de uma determinada diligência “imprescindível para as investigações”. Conforme a Lei 7.960/89, que regulamenta a prisão temporária, ela será cabível: I - quando imprescindível para as investigações do inquérito policial; II - quando o indicado não tiver residência fixa ou não fornecer elementos necessários ao esclarecimento de sua identidade; III - quando houver fundadas razões, de acordo com qualquer prova admitida na legislação penal, de autoria ou participação do indiciado nos seguintes crimes de homicídio, sequestro, roubo, estupro, tráfico de drogas, crimes contra o sistema financeiro, entre outros.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">O prazo de duração da prisão temporária, em regra, é de 5 dias. Entretanto, existem procedimentos específicos que estipulam prazos maiores para que o investigado possa permanecer preso temporariamente.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Prisão Preventiva: </span></strong><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">A prisão preventiva atualmente é a modalidade de prisão mais conhecida e debatida do ordenamento jurídico. Ela pode ser decretada tanto durante as investigações, quanto no decorrer da ação penal, devendo, em ambos os casos, estarem preenchidos os requisitos legais para sua decretação. O artigo 312 do Código de Processo Penal aponta os requisitos que podem fundamentar a prisão preventiva, sendo eles: a) garantia da ordem pública e da ordem econômica (impedir que o réu continue praticando crimes); b) conveniência da instrução criminal (evitar que o réu atrapalhe o andamento do processo, ameaçando testemunhas ou destruindo provas); c) assegurar a aplicação da lei penal (impossibilitar a fuga do réu, garantindo que a pena imposta pela sentença seja cumprida).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">O STF rotineiramente vem anulando decretos de prisão preventiva que não apresentam os devidos fundamentos e não apontam, de forma específica, a conduta praticada pelo réu a justificar a prisão antes da condenação. A Constituição Federal determina que uma pessoa somente poderá ser considerada culpada de um crime após o fim do processo, ou seja, o julgamento de todos os recursos cabíveis.</span></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<div><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></div>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </p>
<p></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Prisão em Flagrante:</span></strong><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> A prisão em flagrante possui uma peculiaridade pouco conhecida pelos cidadãos, que é a possibilidade de poder ser decretada por “qualquer do povo” que presenciar o cometimento de um ato criminoso. As autoridades policiais têm o dever de prender quem esteja em “flagrante delito”.</span></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<div><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></div>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </p>
<p></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Prisão para execução da pena: </span></strong><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">A prisão que objetiva o início da aplicação de uma pena foi objeto de discussão de um recente debate pelo Plenário do Supremo Tribunal Federal. Os ministros entenderam que ela somente pode ser iniciada quando forem julgados todos os recursos cabíveis a serem interpostos, inclusive àqueles encaminhados ao Superior Tribunal de Justiça (STJ – Recurso Especial) e Supremo Tribunal Federal (STF – Recurso Extraordinário). Entretanto, isso se aplica aos condenados que responderam o processo em liberdade, pois contra estes não existiam fundamentos para decretação da prisão preventiva. Caso surjam novos fatos que justifiquem a prisão a preventiva, os condenados poderão ser recolhidos antes do julgamento dos recursos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Esta modalidade de prisão é regulamentada pela Lei de Execuções Penais (Lei 7.210/1984), que possibilita, inclusive, o sistema de progressão do regime de cumprimento das penas, trata dos direitos e deveres dos presos e determina as sanções às faltas disciplinares, entre outros temas.</span></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<div><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></div>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </p>
<p></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Prisão preventiva para fins de extradição: </span></strong><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Medida que garante a prisão preventiva do réu em processo de Extradição como garantia de assegurar a efetividade do processo extradicional. É condição para se iniciar o processo de Extradição. A Extradição será requerida depois da Prisão Preventiva para Extradição, por via diplomática ou, na falta de agente diplomático do Estado que a requerer, diretamente de governo a governo. O Ministério das Relações Exteriores remeterá o pedido ao Ministério da Justiça, que o encaminhará ao STF, cabendo ao Ministro Relator ordenar a prisão do extraditando, para que seja colocando à disposição do Supremo Tribunal Federal.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">A importância da prisão preventiva para extradição se dá pelo fato de que seria impossível para o país, que pretende julgar um criminoso, apresentar pedido de extradição para um determinado estado onde o procurado foi localizado, mas logo após este fugir para outro país.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Também de nada adiantaria conceder um pedido de extradição, mas na hora de entregar o estrangeiro ao Estado requerente, não estar com ele em mãos. Entretanto, em casos excepcionais, o STF tem autorizado que estrangeiros com pedido de extradição em curso possam aguardá-lo em liberdade.</span></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<div><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></div>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </p>
<p></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Prisão civil do não pagador de pensão alimentícia: </span></strong><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Esta é a única modalidade de prisão civil admitida na Justiça brasileira. Recentemente o Supremo reconheceu a ilegalidade de outra espécie de prisão civil, a do depositário infiel.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">A prisão civil do não pagador de pensão alimentícia tem por objetivo fazer com que o pai ou mãe, ou outro responsável, cumpra sua obrigação de prestar alimentos ao seu filho. Existem debates sobre a possibilidade do filho também possuir o dever de prestar alimentos aos pais, quando estiverem passando necessidades.</span></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<div><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></div>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </p>
<p></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Fonte: <a href="http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=103323"><span style="color:#800080;">Notícias STF</span></a> </span></strong></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"> </p>
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