[12 Mar 2009 | Comentários | ]
Chega ao Supremo parecer da PGR pela manutenção da prisão de Battisti

O procurador-geral da República, Antonio Fernando Souza, manifestou-se contrário ao recurso (agravo regimental) interposto por Cesare Battisti. O italiano contestava decisão de janeiro deste ano do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Gilmar Mendes, nos autos da Extradição (Ext) 1085, que manteve a tramitação do processo e a prisão de Battisti.

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[9 Mar 2009 | Comentários | ]
O posicionamento do Supremo Tribunal Federal quanto à greve dos servidores públicos

O Plenário do Supremo decidiu por unanimidade, em 25 de outubro de 2007, declarar a omissão legislativa quanto ao dever constitucionalmente imposto de se editar lei para regulamentar o exercício da greve pelos servidores públicos, e, por maioria, que se deve aplicar ao setor público, no que couber, a lei de greve vigente no setor privado.

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[6 Mar 2009 | Comentários | ]
Juíza autoriza bacharel a atuar como advogado sem aprovação no Exame da OAB

A Justiça Federal do Rio de Janeiro permitiu que seis bacharéis em Direito atuem como advogados mesmo sem aprovação no Exame de Ordem. Em janeiro de 2008, a juíza Maria Amélia Almeida Senos de Carvalho, da 23ª Vara Federal, concedeu liminar para permitir a inscrição na OAB. Ao analisar o mérito da questão, em fevereiro deste ano, concluiu que exigir que o bacharel seja submetido ao exame para poder trabalhar é inconstitucional.

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[27 Feb 2009 | Comentários | ]
Juiz não pode impedir advogado de ligar notebook durante julgamento

Segundo o Conselho Nacional de Justiça, o notebook de uso profissional pode ser ligado à rede dos prédios dos foros e tribunais.

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[11 Feb 2009 | Comentários | ]
Vinte minutos na fila do refeitório não compõem horas extras

Tempo à disposição do empregador ou comodidade concedida pela empresa ao trabalhador?

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[20 Dec 2008 | Comentários | ]
Agente administrativo de penitenciária não pode exercer advocacia

A restrição é importante por razões de ordem ética, para prevenir a corrupção, pois servidores de penitenciárias, mesmo administrativos, possuem enorme poder sobre direitos e interesses de terceiros. A medida evita barganhas e captação de clientela.

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